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Aconteceu / Publicado em: 03/05/2024

Temporais no RS: grupo formado por bombeiros, Defesa Civil, FAB e PMs de vários estados trabalha nos resgates


O foco do grupo de resgate é encontrar quem está mais vulnerável. A coordenação de todas as equipes que atuam no Rio Grande do Sul é feita pelas autoridades gaúchas.

Uma força-tarefa formada pelos bombeiros, agentes da Defesa Civil, policiais militares de vários estados e a Força Aérea Brasileira trabalha dia e noite para resgatar pessoas ilhadas pelo temporal que atinge o Rio Grande do Sul. Mais de 35 pessoas morreram e pelo menos 70 estão desaparecidas     

O foco do grupo de resgate é encontrar quem está mais vulnerável. Duas grávidas, que foram socorridas na quinta-feira (2), entraram em trabalho de parto e deram à luz os bebês, por exemplo. Da cidade de Restinga Seca, elas foram levadas de helicóptero para o Hospital de Santa Maria.
Os resgates também se concentram onde moradores ficaram totalmente ilhados por inundações.

“A gente prioriza nas missões não só de gestantes como feridos, estamos trazendo bastante pessoas pra fazer hemodiálise”, acrescentou o tenente.

Os policiais militares paulistas trabalharam a bordo do Águia desde quinta-feira.

Na noite de quinta, o Corpo de Bombeiros de SP fez uma série de resgates na Ilha da Pintada, em Porto Alegre. Ao todo 14 pessoas foram retiradas das casas.

Coordenação gaúcha
A coordenação de todas as equipes que atuam no Rio Grande do Sul é feita pelas autoridades gaúchas. Os reforços vindos das Forças Armadas e de outros estados estão distribuídos pelas regiões mais críticas. A ajuda humanitária chega por Porto Alegre e depois é levada para as outras áreas do estado, para comandos regionais.

Um dos comandos regionais está em Estrela, onde atua a Defesa Civil Paulista. A equipe orienta pessoas em áreas de risco, ajuda na distribuição das doações e organização de abrigos.

O capitão Roberto Farina, da Defesa Civil de São Paulo, disse que o grupo dele já orientou mais de 300 pessoas desde que chegou em Estrela: “Nós temos o registro de que cerca de 50% da cidade estava submersa, bairros inteiros tinham sido submersos pela água do rio”.

 

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